Queda das mortes por Covid aponta indício do efeito da vacinação no Brasil; veja o que se sabe e os alertas

média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil está em queda desde o dia 20 de junho e se manteve assim no mais recente balanço do consórcio dos veículos da imprensa: 1.558 mortes nos últimos 7 dias.

Especialistas ouvidosapontam que os números da queda estão entre os dados que já mostram a efetividade da vacina em grupos (sobretudo idosos) que estão totalmente imunizados. Apesar disso, eles alertam que a pandemia não está controlada e que a chegada da variante delta ainda é um risco para aqueles que não tomaram as duas doses da vacina.

A pesquisa analisou a curva de mortes pela doença de janeiro a maio. Os resultados mostram que a proporção de idosos entre o total de óbitos por coronavírus caiu de quase 28%, em janeiro, para 12% (entre quem tem mais de 80 anos) e 16% (entre quem tem de 70 a 79 anos) em maio. As mortes por outras causas permaneceram estáveis no período.

“Importante destacar que a grande maioria desse público que registrou queda foi vacinada com CoronaVac, uma parcela menor de AstraZeneca e quase nenhum de Pfizer. Então, essa queda nas mortes foi provocada majoritariamente pela CoronaVac”

A CoronaVac respondia por 65,4% das doses aplicadas nas quatro primeiras semanas do estudo, enquanto a AstraZeneca, por 29,8%. A pesquisa analisou um período de 19 semanas. Nas últimas quatro semanas, a vacina do Butantan era responsável por 36,5% e a da Fiocruz por 53,3% do total. A Pfizer respondeu pelas doses restantes no fim do período.

O Brasil terminou o primeiro semestre de 2021 com a seguinte distribuição das vacinas aplicadas por fabricantes:

  • CoronaVac – 45% (43,2 milhões de doses)
  • AstraZeneca – 46,1% (43,7 milhões de doses)
  • Pfizer – 7,7% – (7,8 milhões de doses)
  • Janssen – 0,7% – (636 mil doses)

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